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Novos olhares e novos ângulos no prédio da Unisanta

Fotos Snapssed

Motivos para passear e fotografar Paranapiacaba, em SP

Vila inglesa histórica pertence a Santo André

Paranapiacaba é uma charmosa vila inglesa localizada a 44 km de São Paulo e pertence ao município de Santo André. O lugarejo foi construído para acomodar os funcionários ingleses da companhia  São Paulo Railway. A empresa operava as estradas de ferro que ligavam o interior paulista ao porto de Santos, transportando cargas e pessoas nesse trajeto.

O ambiente é perfeito para os amantes de história e fotografia. A Viral listou os principais motivos que provam isso:

As casinhas de madeira seguem um mesmo padrão, as ruas são estreitas e todas de paralelepípedo.  A vila possui a parte alta e a baixa, sendo a baixa a que possui construções mais antigas.  Nela estão o Museu Ferroviário Funicular, Museu Castelo, a Casa Fox, além dos galpões ferroviários, construídos especialmente para serviços de manutenção geral, carga e descarga. Todos esses locais são cenários para lindas fotografias, tanto que no dia da reportagem, a vila estava repleta de casais, modelos e até uma aniversariante, todos acompanhados de fotógrafos.

Museu Ferroviário Funicular

O museu é aberto à visitação e o ingresso custa 5 reais; aposentados são isentos. Ferramentas de manutenção e outros objetos ferroviários ficam expostos, além de rádios e máquinas de escrever. Vagões antigos também  ficam espalhados pelo trajeto.

Fotógrafo há mais de 30 anos, Carlos Bernardino Filho visitou pela primeira vez a vila, e diz que a experiência de fotografar o lugar foi enriquecedora. “Além de despertar o olhar para o passado e para a história da vila, senti que a energia mudava conforme o lugar. No museu o clima é mais denso, já próximo aos bares, a música alivia e alegra o ambiente”, diz.

Para ele, a riqueza de detalhes permite exercitar a criatividade e o olhar, para buscar aquele ângulo que ninguém ainda viu. “Paranapiacaba é fascinante,” afirma.

Ponte e a vista incrível

Há uma ponte que permite a travessia de pedestres sobre a linha férrea que proporciona uma visão única, quase em 360°. Vale a pena perder alguns minutos contemplando a vila dali, porque consegue-se visualizar os trens, os que funcionam (ainda existe o trem de carga) e os que não funcionam, e vemos a parte alta e a baixa.

“Desde 1899 a passarela metálica tradicionalmente conhecida como Ponte é a única que permite de forma segura a travessia entre a parte alta e a parte baixa”, diz uma das placas informativas.

O aposentado Raimundo Nastasi visita Paranapiacaba há seis anos, morador de Santo André, conta que uma das coisas favoritas é o ambiente histórico que remetem a infância e quando está com neblina o clima fica ainda mais intenso. A neblina é uma característica do lugar ela vem de forma repentina e proporciona bons cliques.

Texto e Foto: Josiane Rodrigues 
  







Cultura drag vive seu auge



O universo das drag queens foi durante muito tempo, tabu. O preconceito ainda existe, mas o assunto está tão em evidência que a política do "atura ou surta" está com os dias contados.

Muitos entendem que as drags trazem a alegria para o dia a dia. Quando estão caracterizadas, espalham seu estilo performático e expressam seu talento artístico, sem se preocupar com definições de gênero. Drag, inclusive, não tem gênero.

O gatilho que fez disparar o "boom" da cultura drag atende pelo nome de Pabllo Vittar. Cantora, apresentadora, ativista e celebridade de primeira hora, ela emplacou dois hits que na boca do brasileiro e até do público internacional. A canção "K.O" figurou entre as mais executadas nas rádios e plataformas de streaming (como o Spotify) em 2017. Em 2018, seu segundo álbum, o “Não para não”, nas primeiras 24 horas de lançamento bateu o recorde de artista brasileira mais ouvida, pulando direto para o top 40 da mesma plataforma.

Na Baixada Santista, a cultura drag também vive seu auge. Prova disso são as baladas e casas de shows que recebem semanalmente drags como DJs e até apresentações pessoais.

Magenta, que já foi personagem da edição da Viral , é um exemplo. Ela “nasceu” em setembro do ano passado e desde então virou figura frequente no meio LGBTQ+ na região.

"Contar para as pessoas que eu ia fazer drag me lembrou muito a sensação da época quando eu estava prestes a me assumir homossexual. Estava muito feliz e animado em mostrar para o mundo a Magenta, mas ao mesmo tempo, morri de medo de como as pessoas iriam reagir”.

Lorena Lautizen é outra das profissionais mais importantes e reputadas da região: "A cena drag da Baixada vem crescendo e eu, graças a Deus, consegui fazer meu nome deslanchar para outras cidades e estados. Temos aqui uma referência muito importante que é a Lia Clark (funkeira) que hoje tem uma representatividade imensa na nossa comunidade e é caiçara", relata.

Lorena aconselha aos que sonham seguir os passos dela, de Magenta ou e da Pabllo, que sejam quem realmente são."Nunca desistam. Vão atrás, façam por onde. Nenhum começo é fácil, mas tudo é questão de aperfeiçoamento e prática. Se hoje eu sou feliz, é graças à minha drag. Só tenho a agradecer a ela por ter feito eu me encontrar", finaliza.

Texto: Wilker Damesceno
Foto: Christian Marccelo 


Perigos na arte urbana



Quem nunca admirou um grafite andando pela rua? O que quase ninguém repara é nos perigos que o artista corre ao exercer essa habilidade. Repúdio de moradores, multas e repressões das autoridades e falta de equipamentos de segurança são os principais apuros citados por muitos grafiteiros e pichadores.

Máscaras de proteção chamadas 3M, luvas nitrílicas que evitam a alergia ao fazer contato com qualquer tipo de tinta, óculos de proteção e até mesmo um calçado seguro são equipamentos que deveriam ser obrigatoriamente usado por artistas nas ruas, porém a sensação de estar livre de toda proteção faz parte da adrenalina envolvida na arte.

“Grafitar livre, sem nenhum projeto comercial envolvido é a melhor sensação que tem. É um momento de paz, lazer e é justamente quando bate aquele frio na barriga do começo ao fim por toda insegurança que corremos de estar na rua”, conta Pedro Narega, grafiteiro e produtor multimídia. Por conta do cheiro forte das tintas, teoricamente, as máscaras deveriam ser obrigatórias, porém, na emoção e na pressa de terminar rápido a arte sem ser interferido pelos policiais e donos dos muros e fechadas, nós esquecemos essa obrigação.
A Lei Federal de Crimes Ambientais, de 1998, divide os trabalhos entre pichação e grafite. 

Enquanto pichar é proibido sob pena de detenção de três meses a um ano e multa, o grafite é permitido, desde que com autorização e "objetivo de valorizar o patrimônio público ou privado mediante manifestação artística". O Guarda municipal Alfredo Fontes conta que apreensões ligadas a pichações já foram mais comuns, hoje é raro. “Nos tempos atuais existem muitos projetos comerciais ligados ao grafite, as pichações espalhadas pela cidade geralmente são antigas que não foram apagadas. Hoje a arte fala mais alto”.


Locais conhecidos na cidade, como por exemplo, o emissário submarino hoje é marcado por diversos grafites, onde centenas de pessoas tiram fotos, admiram e quebram preconceitos e barreiras por ali e isso é muito importante. Porém, os riscos precisam sempre ser conhecidos por artistas e admiradores e evitados conforme leis e preservação da própria segurança.

Texto e Foto: Larissa Pedroso 

Lugar de mulher é onde ela quiser

" Minas do estádio" e "Italian minas"  invadem as arquibancadas

O futebol é a grande paixão dos brasileiros. Não só deles, como delas também. Muitas mulheres assistem seus clubes na TV e cada vez mais nos estádios. Claro que a grande maioria tem medo do que pode encontrar.
Pensando nisso, a idealizadora Lili Filtre, que é design de moda, resolveu montar uma página no instagram para reunir apaixonadas por futebol e encorajá-las a irem aos estádios. Hoje o perfil @MinasDoEstádio é um sucesso. "São mulheres de todos os times, no mesmo lugar, discutindo nossa representatividade no futebol", comenta Lili. O primeiro encontro começou com 8 mulheres. Elas já marcaram o 4º encontro. "O interessante é que tem muita interação via DM (conversa em  particular no Instagram), as mulheres morrem de vontade de ir aos encontros, mas ainda ficam receosas", acredita a design.
As páginas de apoio às mulheres nos estádios crescem cada vez mais. O grupo @ItalianMinas, apenas de Palmeirenses, começou no WhatsApp. O passo seguinte foi criar uma mídia para colocá-las nas arquibancadas dos estádios, que ainda é um território muito machista. Hoje o grupo tem mais de 230 meninas e é administrado pelas 10 fundadoras. “A ideia é levar o @ItalianMinas como um trabalho, com parcerias e projetos sociais com outras torcidas femininas”, comenta uma das administradoras da página, Jéssica Pellegrini. O próximo encontro das Palmeirenses será na grande semifinal da libertadores, entre Palmeiras e Boca Júniors no Palestra Itália, no final de outubro.

Texto: Alline Calandrini 
Fotos: Grupo Italian Minas

Uma história de superação

O olhar tímido e o sorriso acanhado demonstram o nervosismo de quem está concedendo pela primeira vez uma entrevista. “Nunca estive em frente a uma câmera, por isso fico envergonhado”, disse o nadador André Luiz, de 13 anos. 


Mas o nervosismo do jovem atleta não era só por isso. André estava prestes a disputar 750 metros de mar aberto, na segunda etapa do Circuito Netuno de Travessia, que lhe rendeu ouro na primeira prova. 


Para repetir o bom resultado, o nadador já previa uma pedreira pela frente. “Além da correnteza, que está contra mim, enfrentarei adversários muito fortes”, destacou André, que realizou a primeira prova do circuito com o tempo de 13m48s.

Se estes fossem apenas os obstáculos, talvez o talento da natação de Itanhaém estivesse mais tranquilo. Mas André e a família sabem que para conseguir completar a prova, ele precisa vencer mais que isso. Seu verdadeiro maior desafio é superar os limites da própria saúde. “Fico muito emocionada, porque devido aos problemas que ele teve e ainda tem, toda vez que ele entra na água, só acalmo quando na chegada”, declarou a mãe do atleta, Ana Paula Prado.  

A preocupação da família e do próprio André não é à toa. Em 2016, ele foi diagnosticado com ceracotone, uma doença ocular que afeta o formato e a espessura da córnea. Hoje em dia, ele praticamente não enxerga nada com uma das vistas. E se já não bastasse isso, o atleta ainda sofre de convulsões. “Ele tinha apenas cinco anos quando teve a primeira convulsão. De lá pra cá, sofreu várias outras. Entre elas, uma dentro da água, enquanto disputava uma prova”, relembrou a mãe.   

Os problemas com a saúde exigiram uma mudança na rotina de André. Ele precisou diminuir o ritmo de treinos e deixar as competições de lado temporariamente para dar início a um tratamento especial com a saúde.

O sentimento da família de angustia e preocupação dura apenas alguns minutos – no caso desta prova, 13m37s -, e logo é substituído pela sensação de alívio e orgulho. “Graças a Deus ele chegou bem e também trouxe um bom resultado. Ele sempre traz um pódio pra gente”, exaltou a mãe orgulhosa com a segunda colocação do filho.

Camilla Aloi

Quebrando barreiras: como tornar o celular mais amigável para os idosos?


Por Lucas Campos

Estudo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que cerca de 20% dos idosos brasileiros já têm acesso à internet e o número de pessoas com mais de 50 anos conectadas na web aumentou cerca de 222,3% entre 2005 e 2011, ou seja, num período de apenas seis anos, 5,6 milhões de idosos passaram a acessar a rede mundial de forma regular. E o crescimento não para! No Facebook, a mídia social preferida entre os idosos com mais de 65, o crescimento foi de 10% no último ano, e já alcança 45% dos que usam a internet com essa idade.

E essa é uma tendência mundial! Os maiores de 65 anos integram o grupo que mais cresceu nas redes sociais nos Estados Unidos, incluindo Facebook e Twitter. Agora, portanto, os jovens não só compartilham o espaço virtual com seus pais e tios, mas também com seus avós.




Mas por que estar na internet faz bem?
Idosos mais conectados estão também mais próximos dos familiares e amigos que moram longe. Pela Internet eles podem viajar, ver fotos, pesquisar lugares que querem conhecer, e não precisam sair de casa para fazer coisas básicas como comprar um remédio ou pedir comida. A mente sempre ativa reduz as chances de depressão e transtornos de ansiedade.

Um dos incentivos para que os idosos percam o medo e superem seus limites, se aventurando no mundo virtual, está mais perto do que todos pensam: na própria família. Ver netos e outras pessoas mais jovens usando computadores, tablets e celulares, com interesse em apresentar algo desconhecido para eles é fundamental.
Pensando nisso, separamos algumas dicas para tornar o smartphone do seu vovô ou da sua vovó mais acessível.

Assistentes pessoais
As assistentes pessoais do Google e da Apple podem ser de ótima ajuda para os idosos. Isso porque elas conseguem responder perguntas relevantes, como “Quem me ligou?” ou “Alguma ligação perdida?”. E mais: é possível pedir para agendar compromissos, inserir alarmes, entre outras tarefas. Veja como fazer no seu Android:



Para habilitar a Siri no iOS, siga o trajeto: Ajustes > Siri e Busca.

Tamanho da letra
Para aumentar a letra das mensagens, agenda de contato, e outros aplicativos do celular, basta acessar as configurações do smartphone e escolher o tamanho adequado. No Android, siga o caminho:


Já os proprietários de iOS devem ir até Ajustes e clicar em Acessibilidade. Depois, selecione Texto Maior e escolha um padrão melhor.

Mecanismo de leitura
Um recurso dos smartphones “lê” em voz alta os textos de mensagens e sites, e outros aplicativos habilitados. Para ativar o recurso no Android, acesse:


No iOS, basta seguir o caminho: Ajustes > Geral > Acessibilidade > Fala > Falar Conteúdo da Tela.

Frases prontas
Digitar letra por letra no celular pode ser bastante demorado. É possível, porém, criar atalhos para frases inteiras que são usadas com frequência nas conversas. Entre elas: “Olá, tudo bem?” e “Ligue mais tarde, estou ocupado”. Para disponibilizar os temos no Android:


No iOS, acesse: Ajustes > Geral > Teclado > Substituição de Texto.

Favoritar contatos
É sempre bom ter a lista de amigos e familiares à mão, com o acesso rápido e fácil. Então, saiba que é possível escolher seus favoritos e deixá-los na tela inicial. No sistema Android:


No sistema IOS, abra o aplicativo de telefone > na aba Favoritos, toque sobre o botão “+” para acessar todos os contatos da agenda do aparelho > toque sobre o contato que deseja inserir como favorito > selecione a opção “celular” ou “casa”, para adicionar o número desejado.


Taekwondo muito além do limite


Por Beatriz Martins

Quando nasceu, Leonardo Vieira Moraes e sua família não imaginavam o quanto o destino se encarregaria de tentar colocar limites ao seu projeto de vida.  Hoje com 23 anos e atleta da Seleção Brasileira Universitária e titular da Seleção Brasileira de Taekwondo, Leonardo sabe que é um vencedor. A primeira vitória veio logo aos 2 anos de idade, quando ele venceu um câncer que atingiu um de seus rins. Depois da cirurgia e do longo tratamento, Moraes recomeçou a vida dois anos depois.
Aos 8 anos, apaixonou-se pelo taekwondo, esporte que requer concentração e alto rendimento. Disposto a ser o melhor no tatame, ele superou um outro limite, aprendendo a conviver com a disciplina rígida e quase o fim de sua vida social. "‘Rolês", festas e casamentos, nós, atletas, acabamos perdendo por conta de treinos e viagens", conta Moraes, ressaltando que, desde o princípio, foi sua opção abrir mão de alguns momentos em busca dos resultados e objetivos.




A escolha rendeu frutos. Já aos 12 anos, Moraes conquistou a faixa preta. Até os 17 não havia perdido uma luta e nenhum campeonato. Entrou para a Seleção Brasileira Juvenil de Taekwondo um ano depois, mas descobriu em um exame de rotina que estava com um nódulo no pulmão esquerdo.
"O câncer me limitou quando tive de interromper meus treinamentos e minha vida profissional. Acabei ficando muito tempo afastado do esporte por causa do tratamento, da cirurgia e dos repousos", lembra. Sua recuperação durou dois meses.
"Retirar parte do pulmão não me fez incapaz ou nem me fez pensar ‘vou parar porque não consigo’". Com apenas um rim, metade de um pulmão e algumas costelas a menos, Moraes continua dando tudo pelo esporte. "Eu sempre tento pensar que vou ter outra chance todo dia que eu acordar. Chance de treinar, me dedicar mais do que ontem e ser uma pessoa melhor".



Na teoria, isso é bonito e fácil. Mas e na prática? Para Moraes, também é. Ele explica a peça-chave para superar seus limites e metas: estratégia. "Se, por exemplo, é preciso melhorar a capacidade física, o atleta tem de ser um estrategista e enxergar as ferramentas e o que deve ser feito. Alimentação, descanso, acompanhamento médico, entre outros". E não pense que a estratégia se restringe à vida profissional. Moraes também aprendeu a usar a técnica na vida pessoal e garante que melhorou a rotina, a vida social e convivência.
"Às vezes, não sai tudo como a gente quer, mas tem uma frase que eu sempre levo e tornou-se meu lema: 'nunca se perde, mas sempre se aprende'", finaliza.

Até onde os pais podem interferir nas escolhas dos filhos?


por Noelle Neves




O primeiro relacionamento social de uma criança é com a família, o que acaba refletindo no seu modo de encarar o mundo na vida adulta. Difícil é determinar o exato limite da interferência dos pais.
"Se os pais de uma criança de 10 anos a obrigam a usar a roupa que eles acreditam ser a melhor, estão falando que ela não tem voz, nem oportunidade de escolha", analisa a psicóloga Bruna Santana.
O resultado de pequenas e constantes imposições pode gerar frustrações, já que a criança é quase sempre obrigada a fazer algo contra a vontade. De acordo com Bruna, isso vai destruindo cada vez mais a autonomia, a tomada de atitude e a responsabilidade de assumir as consequências das próprias escolhas.
Preocupação com a educação dos filhos é comum e saudável, mas um ambiente excessivamente controlador fará com que a pessoa mais tarde, ao se deparar com situações da vida,  fique insegura, com medo de reprovação e dificuldade em assumir as responsabilidades dos seus atos. “Será uma pessoa que deixará com que outras tomem a frente e decidam as coisas por ela. Além disso, vai permitir com que outras controlem sua vida", finalizou a psicóloga.

Confira como ficou o desafio #ViralNaConselheiro

O tema da Viral #4, foram as histórias marcantes relacionadas à Conselheiro Nébias, uma das avenidas mais importantes de Santos. Veja como ficou o desafio #ViralNaConselheiro, sob o olhar da galera que produz a revista.




































Santos é uma cidade nerd?

Não há dúvidas, Santos é uma cidade nerd.

Prova disso é o ranking que a Amazon divulga todo 25 de maio, dia do orgulho nerd. Os santistas estão na lista dos 10 mais nerds há três anos consecutivos e a colocação melhorou ano após anos, começou no oitavo e atualmente está na quarta posição, que reúnem mais nerds do Brasil.

Imagem: Reprodução

Três nomes para ficar de olho em 2017

É quase impossível prever quais músicas vão cair nas graças do público. Exemplo disso foi o hit ‘Ó o gás’ do Carnaval deste ano, um remix despretensioso de um jingle usado para vender gás na rua. Apesar disso, separamos alguns novos artistas que vêm entregando bons trabalhos e parecem cada vez mais próximos do sucesso musical.


1 – Lil Uzi Vert



Com influências não tão comuns para o mundo do rap, que vão de Marilyn Manson à cultura japonesa, Lil Uzi Vert, que ganhou esse nome devido ao seu modo rápido de rimar, vem em uma crescente há dois anos no underground, graças à sua capacidade de transmitir energia e carisma em suas músicas e criar uma experiência única no meio de tantos rappers já consolidados. Com participações em canções com A$AP Rocky e Wiz Khalifa, Uzi está a apenas alguns passos de estourar mundialmente, principalmente após conseguir um espaço na estrelada trilha sonora de Velozes e Furiosos 8.

2 – Nav



Após Drake, The Weeknd e PARTYNEXTDOOR, Nav é mais um artista que surge das promissoras terras de Toronto, Canadá. O cantor caminha entre o rap e R&B para entregar um som inspirado em seu estilo de vida. Assim como muitos artistas atualmente, Nav viu seu nome circulando após sua canção Take Me Simple ganhar sucesso no Soundcloud. Desde então, o cantor assinou com o selo XO, de The Weeknd, que também participa de seu projeto de estreia, nomeado simplesmente de NAV e irá fazer seu primeiro show como artista principal em abril, em Toronto.

3 – Abra




Apesar de ter começado sua carreira gravando covers no Youtube, foi o seu estilo original, inspirado no pop dos anos 70 e 80, que fez com que a cantora Abra ganhasse destaque no underground. A artista tem três álbuns em sua discografia: Rose, BLQ Velvet e o mais recente Princess, todos produzidos e escritos pela própria cantora. Sua capacidade de transformar estilos e técnicas vintages em um som moderno fazem de Abra uma das boas promessas do pop atualmente.

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