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Quais são os limites na hora de estudar para um concurso público?

Por Mariana Patrícia



Tentar uma, duas, 20 vezes. Até que ponto os “concurseiros” podem ou devem insistir no sonho de conseguir a aprovação em um concurso público? A maratona que antecede a prova é dura: noites mal dormidas, distância dos amigos, da família, uma vida sem lazer em busca de uma única recompensa: a aprovação e a possibilidade de começar uma nova vida. Embora seja mais fácil detectar quando os limites físicos são extrapolados, é recomendável estar atento à linha tênue que separa o que é saudável do que é puro sacrifício físico, psicológico e social.

O administrador Vladmir Costa se dedica aos estudos há dois anos e já prestou vários concursos. Ele acredita que o limite para passar em um concurso varia de pessoa para pessoa. “O meu limite é parar só quando passar”, afirma Costa. O administrador contou que para não deixar a preparação se tornar algo maçante, ele realiza intervalos durante os estudos. “Sei que as coisas levam tempo para fixar e me dou esse tempo”.

EXAUSTÃO
O corpo dá indícios de que chegou a hora de colocar o pé no freio. O sono desregulado, relacionamentos abalados e mudanças no corpo demonstram que você chegou no seu limite.

A psicóloga Erivan Figueiredo explica a teoria da tripartite da ansiedade, na qual os sintomas podem ser simultaneamente taquicardia, sensação de insegurança, sentimento de inferioridade, além de sintomas comportamentais, como afastamento, inquietação e paralisia. Se você se identificou com essas características, você está em estado de alerta.

Para ela, se você estiver determinado a terminar sua batalha com sucesso, quanto mais cedo você identificar o problema, poderá encontrar estratégias para manter o equilíbrio, que pode ser através do lazer, psicoterapia e até mesmo pela alimentação.

Segundo Erivan, com o cansaço e o estresse, seus neurônios não conseguem passar o conteúdo da sua memória de curto prazo para a de longo prazo, de modo que tudo o que você estuda depois desse limite, basicamente, entra por um ouvido e sai pelo outro.

Moral da história: o tempo que você levou estudando não teve valor algum. Porque depois de tanto esforço físico e mental, você esgotou os seus limites. Ouça os sinais que seu corpo dá.

Quebrando barreiras: como tornar o celular mais amigável para os idosos?


Por Lucas Campos

Estudo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que cerca de 20% dos idosos brasileiros já têm acesso à internet e o número de pessoas com mais de 50 anos conectadas na web aumentou cerca de 222,3% entre 2005 e 2011, ou seja, num período de apenas seis anos, 5,6 milhões de idosos passaram a acessar a rede mundial de forma regular. E o crescimento não para! No Facebook, a mídia social preferida entre os idosos com mais de 65, o crescimento foi de 10% no último ano, e já alcança 45% dos que usam a internet com essa idade.

E essa é uma tendência mundial! Os maiores de 65 anos integram o grupo que mais cresceu nas redes sociais nos Estados Unidos, incluindo Facebook e Twitter. Agora, portanto, os jovens não só compartilham o espaço virtual com seus pais e tios, mas também com seus avós.




Mas por que estar na internet faz bem?
Idosos mais conectados estão também mais próximos dos familiares e amigos que moram longe. Pela Internet eles podem viajar, ver fotos, pesquisar lugares que querem conhecer, e não precisam sair de casa para fazer coisas básicas como comprar um remédio ou pedir comida. A mente sempre ativa reduz as chances de depressão e transtornos de ansiedade.

Um dos incentivos para que os idosos percam o medo e superem seus limites, se aventurando no mundo virtual, está mais perto do que todos pensam: na própria família. Ver netos e outras pessoas mais jovens usando computadores, tablets e celulares, com interesse em apresentar algo desconhecido para eles é fundamental.
Pensando nisso, separamos algumas dicas para tornar o smartphone do seu vovô ou da sua vovó mais acessível.

Assistentes pessoais
As assistentes pessoais do Google e da Apple podem ser de ótima ajuda para os idosos. Isso porque elas conseguem responder perguntas relevantes, como “Quem me ligou?” ou “Alguma ligação perdida?”. E mais: é possível pedir para agendar compromissos, inserir alarmes, entre outras tarefas. Veja como fazer no seu Android:



Para habilitar a Siri no iOS, siga o trajeto: Ajustes > Siri e Busca.

Tamanho da letra
Para aumentar a letra das mensagens, agenda de contato, e outros aplicativos do celular, basta acessar as configurações do smartphone e escolher o tamanho adequado. No Android, siga o caminho:


Já os proprietários de iOS devem ir até Ajustes e clicar em Acessibilidade. Depois, selecione Texto Maior e escolha um padrão melhor.

Mecanismo de leitura
Um recurso dos smartphones “lê” em voz alta os textos de mensagens e sites, e outros aplicativos habilitados. Para ativar o recurso no Android, acesse:


No iOS, basta seguir o caminho: Ajustes > Geral > Acessibilidade > Fala > Falar Conteúdo da Tela.

Frases prontas
Digitar letra por letra no celular pode ser bastante demorado. É possível, porém, criar atalhos para frases inteiras que são usadas com frequência nas conversas. Entre elas: “Olá, tudo bem?” e “Ligue mais tarde, estou ocupado”. Para disponibilizar os temos no Android:


No iOS, acesse: Ajustes > Geral > Teclado > Substituição de Texto.

Favoritar contatos
É sempre bom ter a lista de amigos e familiares à mão, com o acesso rápido e fácil. Então, saiba que é possível escolher seus favoritos e deixá-los na tela inicial. No sistema Android:


No sistema IOS, abra o aplicativo de telefone > na aba Favoritos, toque sobre o botão “+” para acessar todos os contatos da agenda do aparelho > toque sobre o contato que deseja inserir como favorito > selecione a opção “celular” ou “casa”, para adicionar o número desejado.


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