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Cuidado com as crises de asma!


Com as constantes viradas de tempo, é comum que doenças crônicas ligadas ao sistema respiratório se manifestem. Dentre elas, uma das mais comuns é a asma, uma doença causada pela inflamação crônica das vias aéreas, que tem como principais sintomas a falta de ar ou dificuldade para respirar, sensação de aperto ou chiado no peito e tosse.

A asma, como explica o médico Jairo Netto Costa, pneumologista do Hospital Assunção, de São Paulo, não é uma doença totalmente hereditária. “O fato de pais e mães serem asmáticos aumenta a probabilidade do filho para a doença, mas não é uma via de regra”, afirma.

As crises podem acontecer por diversos motivos, que são conhecidos como “gatilhos”. Os ácaros, fungos, pelo e pele de animais são alguns dos alérgenos poderosos para desencadear crises. Além disso, outras doenças podem levar a uma crise para quem tem predisposição. Dentre elas, os destaques são as infecções do trato respiratório, como resfriados, gripes, faringite, laringite e pneumonia.

Para Matheus Vieira, 23 anos, esse é um quadro relativamente comum. “Quando o tempo muda, principalmente, ataca minha crise alérgica e tenho muita falta de ar. Uma coisa acaba levando a outra”, explica o estudante.

Como tratar e prevenir a asma
Antes de tudo, é importante lembrar que os sintomas da asma podem ser diferentes de pessoa para pessoa e também podem variar ao longo do tempo, em um mesmo indivíduo. Buscar atenção médica para receber informação, orientação quanto ao domicilio, tratamento medicamentoso e alterações de hábitos de vida compõem o leque que norteia o tratamento.


“Para acabar com uma crise aguda é fundamental iniciar a medicação nos primeiros sintomas, já que a evolução é incerta e, por vezes, fatal”, afirma Costa. Os médicos costumam recomendar broncodilatadores para tratar e prevenir as crises e, nelas, é comum também o uso de inaladores orais. E isso é confirmado por Matheus: “Sempre preciso andar com a bombinha na mochila. Qualquer poerinha ou uma chuva inesperada já são motivos para desencadear uma crise de asma. O uso da bombinha é inevitável”. Mas não faça nada sem antes consultar o seu médico!

Cuidados do dia a dia

  • .    O quarto de um asmático alérgico deve receber ventilação e, de preferência, receber luz solar.
  • .    Os colchões e travesseiros são habitats preferenciais de ácaros, que ao se alimentarem da pele descamada, depositam fezes, desencadeadoras das crises. É recomendável cobri-los com capas impermeáveis que permitam a limpeza com pano úmido, ao menos semanalmente, bem como a troca de roupas de cama.
  • .    Possuir piso que possibilite a limpeza, também com pano úmido, contribui muito para diminuir a exposição a este alérgeno.
  • .    A fumaça do cigarro, a utilização de produtos com odores e spray podem desencadear crises e piora da qualidade de vida do paciente.
Texto: Lucas Campos Foto: Reprodução 

Clínica de Odontologia oferece tratamento para pessoas com necessidades especiais

Os alunos do quarto ano da UNISANTA se emocionam nesses atendimentos, que ocorrem a cada quinze dias



 A cada quinze dias, mais de 100 alunos do quarto ano do curso de Odontologia da UNISANTA dedicam sua noite para cuidar de pessoas com necessidades especiais. São atendidos, em média, 500 pacientes por dia. Os atendimentos são longos, e é nítido o carinho trocado entre dentista e paciente dentro do programa COI (Clínica Odontológica Integrada), implementado há doze anos. “O que acontece aqui não tem preço. Há crianças aqui que estão com a gente desde que a clínica abriu, há mais de 10 anos. Então já são como uma família”, afirma Rosângela Flores, coordenadora do curso de Odontologia.

Emoção e felicidade são percebidas desde a recepção, geralmente lotada, onde os pacientes esperam seus dentistas com muita expectativa. A estudante Yasmin Tatico, explica como funciona a COI: “A gente faz todo tipo de tratamento que o paciente precisa, desde cirurgias até procedimentos mais simples”.

A clínica fica no segundo andar do prédio da Rua Cesário Mota, número 8. São 80 boxes, equipados com todo o ferramental necessário, onde os alunos se instalam e recebem a orientação de um professor. Eles são divididos em duplas, como explica Rosângela. “E às vezes nem a dupla dá conta. Precisa de uma terceira pessoa para poder conter uma perninha que quer chutar o dentista, uma mãozinha que não para quieta, mas faz parte”, conta.

Mesmo com todas as dificuldades, o sorriso e o brilho nos olhos fica evidente em todos. “Como são pacientes que vêm aqui e às vezes não estão com muita confiança na gente, sempre temos que tratar eles da melhor maneira possível. Se a gente trata um paciente 100%, com eles temos que tratar 200%”, comenta o estudante Lucas Roque, que teve a oportunidade de atender uma das pacientes mais conhecidas do consultório, Juliane Guimarães. Ela fica sempre muito feliz ao saber que vai ao dentista. “É um passeio pra ela. É sempre um divertimento. Todos tratam ela muito bem aqui. Eles adoram também”, conta a tia Rute Guimarães.

A aluna Ana Caroline Serrão, tem um irmão especial. Por saber o quão difícil é lidar com um paciente como ele, ela não acreditava que essa aula mudaria sua formação como dentista. “Eu achava que a gente não ia conseguir ajudar ninguém. Mas aí, tendo esse contato com os pacientes e com as mães deles, a gente aprende a ver odontologia não como dinheiro, e sim como aquela criança ou aquele adulto que estava com dor e que vai sair dali agradecido. É muito especial”, afirma.

Texto e Foto: Lucas Campos 

Comida, que gera vida


O homem das cavernas mudava de local sempre que a comida acabava. Aos poucos, aprendeu a cultivar, criou receitas e inventou técnicas de conservação. Alguns milhares de anos depois, criou alimentos ultraprocessados.

Essa volta no tempo serve para nos lembrar do óbvio: sem comida não há vida. A diferença é que hoje o homem não precisa, necessariamente, se deslocar ou se esforçar muito quando o alimento acaba. Quanto mais rápido e prático, melhor. Nem importam a qualidade ou a procedência, desde que sacie a fome e sobre tempo para ‘atividades mais importantes’. E o que o homem ganhou com isso? Problemas de saúde.


Uma nova geração de nutricionistas e chefes de cozinha têm questionado a sociedade: é preciso substituir os alimentos ultraprocessados e voltar a saborear comida de verdade. A administradora Ana Cleia teve que aprender de uma forma dolorosa o quanto é necessário comer bem para ter e gerar uma vida saudável. Após sofrer dois abortos espontâneos, consultou uma nutricionista que identificou a sua patologia e realizou um tratamento por meio da alimentação e suplementação.

Os detalhes desta história estão na segunda edição da revista Viral, que será lançada em breve aqui no blog.

Você é um viciado em séries? Cuidado!


Com acesso facilitado pelos serviços de streaming, como Netflix, os seriados caíram de vez no gosto popular. As narrativas parecem ter mesmo qualquer coisa viciante porque, em geral, as pessoas costumam assistir vários episódios de uma só vez, numa maratona que rouba a noção do tempo.

Segundo estudo feito por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, assistir seriados de maneira compulsiva, pode indicar sinais de depressão e solidão.

Foram analisados 316 jovens de 18 a 29 anos. O resultado mostrou que, apesar de parecer inofensivo, o hábito pode se transformar em vício. As "maratonas" se tornam um problema quando a pessoa não consegue deixar de assistir os episódios, mesmo quando tem outros afazeres.

O mesmo estudo revela que o hábito de passar muito tempo em frente à tela, só para assistir capítulos em sequência, pode acarretar problemas de saúde, como a obesidade. Ainda não existem muitas pesquisas sobre o assunto por ser um comportamento relativamente novo.

A pesquisa completa foi apresentada em maio deste ano na 65° Conferência Anual de Comunicação Internacional em San Juan, Porto Rico. Acesse o estudo neste link.

Você é um viciado em séries? Cuidado!


Com a facilidade de acesso por meio de serviços de streaming de vídeos, como a Netflix, os seriados caíram de vez no gosto popular. Eles parecem ter qualquer coisa viciante porque, em geral, as pessoas costumam assistir vários episódios de uma só vez, numa maratona que tira a noção do tempo.

Segundo estudo feito por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, assistir seriados de maneira compulsiva, pode indicar sinais de depressão e solidão.

Foram analisados 316 jovens de 18 a 29 anos. O resultado mostrou que, apesar de parecer inofensivo, o hábito pode se transformar em vício. As "maratonas" se tornam um problema quando a pessoa não consegue deixar de assistir os episódios, mesmo quando tem outros afazeres.

O mesmo estudo revela ainda que o hábito de ficar por muito tempo em frente à tela, só para assistir capítulos em sequência, pode acarretar outros problemas de saúde, como por exemplo, a obesidade. Ainda não existem muitas pesquisas sobre o assunto por ser um comportamento relativamente novo.

A pesquisa completa foi apresentada em maio deste ano na 65° Conferência Anual de Comunicação Internacional em San Juan, Porto Rico. Acesse o estudo neste link.

5 mitos sobre o HIV

Desde os primeiros registros do vírus HIV, em 1977, muito se questiona porque ele é tão maléfico para os seres humanos e como, depois de tanto tempo de pesquisa e uma imensa variedade de medicamentos disponíveis, ainda não se tem uma cura para a Aids. Antes de qualquer coisa é preciso ter em mente que ser diagnosticado HIV não significa ser diagnosticado com Aids. Nem sempre é assim, pois se trata de um vírus que se não for controlado gera a doença. Além disso, o Brasil é um dos poucos países no mundo que oferece tratamento e acompanhamento gratuito por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Pensando que tanto o vírus, quanto a doença são rodeados de estigmas, a Viral se propôs a classificar os cinco mitos mais comentados pelos cidadãos na opinião do infectologista Dr Orival Silva, do Centro de Testagem, Aconselhamento, Pesquisa e Treinamento (CTAPT) - HIV / Aids do Guarujá, convidado para explicar os motivos que fazem os pontos a seguir não passarem de mitos

Nem sempre. É comum existirem parceiros "sorodiferentes",  ou então "sorodiscordantes", que são formados por uma pessoa positiva (com o vírus), e outra negativa. Segundo números constatados pela Centers for Disease Control And Prevention - CDC, uma das instituiçōes mais respeitadas em doenças transmissíveis no mundo, a probabilidade de contrair o HIV numa relação anal receptiva, que é a de maior risco, com alguém portador do vírus, é de 138 casos em 10.000 exposições, quando a relação acontece sem uso de preservativo. Na vaginal receptiva cai para 8.


Mesmo quando não havia procedimentos médicos que controlassem a transmissão da mãe para o filho, chamada de "transmissão vertical", a probabilidade de transmissão era de 25 a 33%. Hoje, a terapia antirretroviral, conhecida como coquetel, inibindo a amamentação e realizando o parto com cautela, o risco de transmissão é praticamente nulo.

O HIV é um vírus. Seu nome é uma sigla de origem inglesa que em português significa Vírus da Imunodeficiência Humana. O portador do HIV que não faz uso do coquetel ou faz de modo irregular, após cerca de seis a dez anos de convivência com o vírus terá o sistema imunológico deteriorado, ficando vulnerável a infecções que podem se tornar altamente perigosas. Uma simples gripe pode ser fatal. É nesta ocasião que o portador do vírus pode ter Aids (da sigla, também de origem inglesa, Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Portanto, se o portador de HIV fizer o diagnóstico precocemente e fizer uso adequado do coquetel, pouco provável irá desenvolver a Aids.

Um tratamento adequeado anti- HIV exige o acompanhamento de médicos especializados, exames laboratoriais periódicos (no mínimo, duas vezes por ano) de custos elevados e o uso diário de pelo menos três medicamentos que formam o "coquetel". No entanto, no Brasil, todo o processo de do diagnóstico à retirada de medicamento é gratuito, fornecido pelo Ministério da Saúde. Os medicamentos que compõem o coquetel são proibidos de ser vendidos no Brasil, nem em farmácias comerciais. Só são encontrados no serviços especializados da rede pública.

Apesar de não existir cura para ambos os casos, a comparação é simplista e equivocada.É fato dizer que o portador de HIV que se trata adequadamente não irá adoecer por causa do vírus, mas isso só acontece se ele tomar o coquetel diariamente, sem interrupções, para toda a vida. Se para,  o vírus torna-se resistente ao coquetel, algo que não acontece com a insulina.

Sem glúten e sem lactose?


Você já deve ter escutado esta pergunta algumas vezes, pois esse assunto está cada vez mais comum na mídia. Segundo o Ministério da Saúde, a intolerância à lactose (açúcar do leite) é a incapacidade de digeri-la que pode causar desconfortos intestinais, vômitos e outros sintomas, dependendo do grau da intolerância.

Este problema ocorre em cerca de 25% dos brasileiros. A doença celíaca é causada pela intolerância ao glúten, uma proteína encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus derivados, como massas, pizzas, bolos, pães, biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces. Como consequência, ocorre a dificuldade do organismo em absorver os nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e água.

Cada vez mais blogs, programas de TV e sites tem proposto uma alimentação livre desses alimentos e apresentado às pessoas que tem essa doença alternativas saborosas e práticas. Como é o caso da blogueira Ana Cleia, que possui intolerância a lactose e alergia à glúten, e divide as experiências de receitas para esse público em sua conta no Instagram.

Comer um pão quentinho com manteiga pela manhã, por exemplo, é uma característica do povo brasileiro, mas não pode fazer parte do dia a dia dessas pessoas. Para driblar a intolerância, Ana Cleia criou uma receita que fica com o sabor bem parecido com o tradicional pãozinho:



Pão de frigideira #glútenfree #lactosefree

Ingredientes
2 colheres de sopa de polvilho doce
3 colheres de sopa de farinha de arroz
1 colher de sobremesa de linhaça em grãos
1 colher de sobremesa de fermento
1 ovo
2 colheres de sopa de óleo de canola
2 colheres de sopa de água

Modo de preparo
Misture primeiro os ingredientes secos e posteriormente os líquidos. Coloque um fio de azeite em uma frigideira em fogo baixo, coloque a massa e tampe a panela. Abra e vire o outro lado (o ponto certo é quando os dois lados estiverem dourados). Coma com manteiga ou qualquer outro recheio da sua preferência.

Veja mais receitas como essa no Instagram @samuelana

Seu cachorro tem dor na coluna? Saiba o que fazer



Dor na coluna é um sintoma muito comum em cães e tem os mesmos altos índices de incidência do que nos humanos. Existem raças mais propícias a apresentar o problema como dachshund, beagles, yorkshires, boston terrier, bulldog francês, pastor alemão e cães gigantes.

Os sinais - Quando o cão passa a evitar subir em móveis, escadas ou outros locais que antes costumava escalar, pode ser um indício de que está sentindo dor. Os donos também precisam prestar atenção no comportamento durante os passeios: parar, sentar, querer retornar pra casa ou até mesmo se recusar a sair podem significar a mesma coisa. Nos casos mais avançados, eles começam a mancar, o que é bem sério.

Idade avançada, sobrepeso e excesso de atividade física estão entre os desencadeadores do problema. Subir em uma cama alta dando impulso várias vezes ao dia por um determinado período de tempo, por exemplo, pode extenuar o animal. Existem casos drásticos, em que o dono está brincando com o cão e ele fica paralisado. 

O veterinário faz uma avaliação neurológica minuciosa para entender qual o tratamento mais indicado para cada paciente. Às vezes, é necessária uma tomografia para fechar o diagnóstico com maior certeza. 

Como tratar?

As técnicas para aliviar a dor nas costas no cachorro se aproximam muito daquelas utilizadas conosco. Além da medicação (analgésicos e anti-inflamatórios), os veterinários hoje podem optar pela acupuntura, fisioterapia ou em último caso, cirurgia de urgência para tratamento. Nesse último caso, a recuperação exige muita paciência e persistência.

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